sábado, 29 de outubro de 2011

Saber-se lido, saber-se entendido...



POETA...
Eu sou um fingidor...
E finjo tão completamente
Que finjo ser, (des)amor
O amor que meu coração sente

POESIA....
É coragem, não fingimento
Pode ser dor, até mesmo intervenção
Mas é sobretudo, sentimento
Que canta o amor, que grita a paixão...
 
 
PALAVRAS...
Não são mais do que apenas...
Um momento, ou o tempo todo
Que ao vento voam ao sabor da pena
Voltam dor, qual doce sabor
Ou refeitos amores, prontas...
A sorrisos roubarem, esquecendo a dor...


 
SABER-SE LIDO, O ANSEIO DO POETA
SABER-SE ENTENDIDO, O ALIVIO DO HOMEM



RZorpa
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