sábado, 29 de outubro de 2011

HOJE SEREI, ETERNO MOMENTO DE TI...




 


In “Eterno momento de TI” a editar um dia…



Buscar-te-ei, hoje, ao lado de mim mais fundo
Nesse em que o silêncio esmaga, qualquer ruído
Onde me encontro a cada olhar que respiro
Em ti diluído, por esse lado, teu, mais profundo…

Espero-te demorada, nesse, lado nosso mais quente
Nesse, em que a roupa nos sobra, pele em arrepio
Onde o mais supérfluo ruído se confunde, ausente
Com o restolhar de lobos famintos, na dança do cio…


Hoje, tocar-te-ei pelo lado mais profundo de mim
Tão fundo que, amar-te, não terá previsto retorno
Como se retornar de ti, fosse, orgasmo sem fim…

Seremos encontro, indeciso e tenso, entre a vida e a morte
Magia das cores do céu, quando o sol se deita ao colo da lua
Seremos tudo o que importe ser, num último esgar de sorte…


Para TI


Saber-se lido, saber-se entendido...



POETA...
Eu sou um fingidor...
E finjo tão completamente
Que finjo ser, (des)amor
O amor que meu coração sente

POESIA....
É coragem, não fingimento
Pode ser dor, até mesmo intervenção
Mas é sobretudo, sentimento
Que canta o amor, que grita a paixão...
 
 
PALAVRAS...
Não são mais do que apenas...
Um momento, ou o tempo todo
Que ao vento voam ao sabor da pena
Voltam dor, qual doce sabor
Ou refeitos amores, prontas...
A sorrisos roubarem, esquecendo a dor...


 
SABER-SE LIDO, O ANSEIO DO POETA
SABER-SE ENTENDIDO, O ALIVIO DO HOMEM



RZorpa
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